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"The Fox and the Dog" Torgeir Berge


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The Fox And The Dog14.jpgThe Fox And The Dog13.jpgThe Fox And The Dog16.jpg

O fotógrafo Torgeir Berge vive próximo das florestas da Noruega.

Um dia, enquanto ele e o seu cão Tinni caminhavam pela floresta, encontraram uma raposa selvagem.



 Berge passou a chamá-la de Sniffer. 


The Fox And The Dog12.jpgE sob uma espécie de magia de conto infantil o cão Tinni e a raposa Sniffer recriaram desde logo situações como se fossem duas crianças melhores amigas. 
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Berge decidiu começar a fotografar os dois amigos todas as vezes que no passeio do seu cão eles se encontravam na floresta.


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E embora possa parecer um verdadeiro conto ilustrado infantil sobre os valores de amor e da amizade, as fotografias falam por si e não deixam margens para dúvida sobre a sua pureza.


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The Fox And The Dog8.jpgCom esta experiência, a forma como o fotógrafo via o comércio de pele de raposa na Noruega, alterou-se por completo. Assim, e através da publicação do seu livro "The Fox And The Dog", que conta as aventuras da dupla de amigos, ele pretende ajudar a proibir a caça de raposas.

Podem ver mais, aqui no Facebook do próprio autor das fotografias, e dono do belo Tinni: https://www.facebook.com/torgeir.berge.16

Murad Osmann- Segue-me

O fotógrafo Murad Osmann decidiu partilhar, no Instagram, uma série de fotografias com a sua namorada levando-o pela mão enquanto percorrem o mundo. "Segue-me" é um projecto emocionante, criativo e romântico.
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Citando Jon Krakauer no filme Into the Wild: "a felicidade só é real quando compartilhada".
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O fotógrafo russo, partilhou na rede social uma série surpreendente de fotografias das suas viagens com a namorada, cujo rosto permanece sempre escondido.
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Mão-na-mão, vão-nos guiando pelos caminhos e sítios no mundo por onde passam, levando-nos com eles numa viagem apaixonante, rica visualmente, onde temos também vislumbres de monumentos, paisagens, animação e um mistério artístico envolvido na cumplicidade do amor, que ambos transmitem neste projecto.
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Todo este projecto, aqui: http://instagram.com/muradosmann

Winehouse

            Sendo o meu blog sobre tudo e nada leia-se (escrever/partilhar/publicar o que me aquece o coração) hoje quero escrever sobre isso mesmo; coisas do coração.

            A verdade é que nos sentimentos que todos nós julgamos capacitados de os explicar, demostramo-los de maneiras incompreensíveis, que uns e outros vão por aí julgando-as erradas. Mas este é o paradoxo: num mundo de humanos cheios de sentimentos tão adversos, tão sentidos, tão julgados, tão invisíveis… quem é quem para rotular uma maneira límpida de demonstrar seja o que for?
             Nas coisas do coração vê-se o amor no mais pequenino.
  Nas coisas do coração deseja-se o maior. 
Num encontro e desencontro de relação humanas, já de si tão complexas e tão iguais.
Cruzamo-nos com a ambiguidade de caminhos diferentes, onde só o amor nos faz encontrar o caminho certo, ou o errado, apenas aquele que nos leva ao encontro de caminhos juntos.
  O pai da tão fabulosa Amy Winehouse, revelou num documentário sobre a arte da filha que sabia o quanto o seu namorado -que tantos de nós julgamo-lo como o responsável pela sua destruição e na verdade até ele próprio- amava Amy. "Ele amava-a. E contra isto não há palavras que o ponham em causa. Esse amor destruiu-a, mas sei que a minha filha foi amada, muito, incondicionalmente."

É isto a que me refiro: ao amor sem forma, que nos arranha a alma e nos aquece o coração, mau e incondicional. Que pelo menos uma vez na nossa vida o devíamos beber, valorizar, agarrar com força, moldá-lo e faze-lo nosso, para sempre, dia sim, e desejar que no fundo ele faça assim parte da ordem natural das coisas.