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Com isto, a autora pretende realçar que, apesar da discrepância visual, se trata do mesmo corpo e que a noção de beleza não depende de mais do que de um momento.

"Todos temos momentos em que parecemos bonitos e outros em que estamos desfavorecidos."

Segundo Hagen, os padrões culturais de beleza existirão sempre, mas chama a atenção para a tomada de consciência pública para o facto de os modelos apresentados nem sempre serem realistas. O papel dos media na criação e perpetuação dessa imagem é preponderante.

"Comparamo-nos às fotografias de modelos, embora a grande maioria de nós saiba que essa também não é a sua aparência na vida real."

"É iluminação, ângulo, photoshop, gestualidade..."

"Devemos celebrar as nossas diferenças e as estranhas contorções que o corpo humano é capaz de realizar."

Assim fica visivél ao alcance de todos que as coisas boas da vida, são os momentos... Todas as manhãs os dias nascem com a incerteza se será um bonito dia, ou não. Mas nesse dia mau, certamente teremos dezenos de pequenos bons momentos, pelo menos aqueles que os nossos olhos acertarem no momento.